No mês da mulher, separamos 8 cuidados que todas elas, independentemente da idade, devem ter.

Sim, 08 de março é o Dia Internacional da Mulher, data em que é comemorada as lutas e conquistas femininas na sociedade, bem como as causas que defendem, entre elas, a igualdade de direitos, respeito e maior conscientização sobre as questões envolvendo o gênero.

Por isso, preparamos uma lista (adoramos listas!) com 8 cuidados que toda mulher deve ter consigo mesma. Ah, e tomamos como inspiração alguns trechos do artigo do Ministério da Saúde, publicado em 2019. Vale a pena a leitura. Conferira a seguir:

 1 – Alimentação saudável

Quem acompanha nosso blog #hebromcuida sabe o quanto reforçamos a importância de se atentar com sua alimentação. Isso porque ela reflete diretamente em sua saúde, sobretudo na redução de fatores de risco para doenças e sobrepeso. Escolha alimento naturais, frescos e evite gorduras, açucares e excesso de sal, por exemplo. 

2 – Conheça seu corpo

Parece óbvio e natural, mas, entender os sinais que seu corpo dá e conhecer cada parte dele – sexual, física e mentalmente – é tarefa para todos os dias.

Muitas mulheres ainda sabem pouco sobre anatomia e o funcionamento do corpo devido a tabus impostos pela sociedade, valores sociais e até sexualidade. Por isso, deixe a vergonha de lado e assuma as rédeas da sua própria vida!

Desse modo, se atente aos sinais, se conheça, se toque e entenda cada vez mais como seu organismo reage a estímulos, situações e até mudanças alimentares e de hábitos.

3 – Preserve sua saúde mental

Sabemos que cuidar da saúde mental, principalmente durante a pandemia que estamos enfrentando, deve ser tratado como prioridade em nossa rotina.

A identificação precoce de sintomas psíquicos ajuda no diagnóstico e tratamento de doenças cada vez mais comuns no Brasil. É o caso de crises de ansiedade, insônia, estresse, transtornos alimentares e depressão.

 Sendo assim, não tenha vergonha de procurar ajuda caso esteja se sentindo vulnerável ou em um estado constante de tristeza, ansiedade ou até mesmo irritabilidade.

4– Faça check ups regulares

Talvez este seja um dos cuidados mais negligenciados, no entanto, é um dos mais importantes: criar o hábito de fazer exames periódicos.

Alguns são específicos para as mulheres e essenciais, principalmente, em determinadas faixas etárias. É o caso do exame Papanicolau, para rastreio do câncer de colo de útero, que deve ser iniciado aos 25 anos para mulheres em atividade sexual. O exame deve ser feito anualmente, como forma de prevenção até os 64 anos. Após esta idade poderão sem interrompidos se os últimos 2 exames tenham dado resultado negativo.

Da mesma forma, o rastreamento para o câncer de mama, com o exame de mamografia uma vez ao ano para as mulheres de 50 a 69 anos.

Além destes exames específicos para o gênero feminino, é recomenda um hemograma, a fim de avaliar a saúde geral da mulher e diagnosticar doenças como hipertensão, diabetes, hiper/hipotireoidismo e anemia.

5 – Se relacione de forma segura e consciente

Com o intuito de evitar o contágio por Infecções Sexualmente Transmissíveis (IST) –  causadas por vírus, bactérias e transmitidas, principalmente, por meio do contato sexual, é de suma relevância se proteger, cuidando do seu corpo e com quem se relaciona.  O uso de preservativos – vale tanto os femininos como masculinos – durante a atividade sexual não só evita a contaminação por doenças como HIV/Aids, HPV e sifílis como evita uma gravidez indesejada.  Viu só a importância de usá-los sempre?

Tratando-se de gravidez e prevenção, o SUS – Sistema Único de Saúde disponibiliza diversos métodos contraceptivos para as mulheres, entre eles: injetável, minipílula, pílula combinada, diafragma, Dispositivo Intrauterino (DIU), além dos preservativos feminino e masculino. Você pode escolher o que melhor se adapta a sua fase de vida e organismo.

Com todos esses métodos de prevenção, não temos desculpas para não nos relacionarmos de maneira segura e consciente.

6 – Relacionamentos violentos ou abusivos? Procure ajuda!

Você sabia que uma mulher é morta a cada hora no Brasil e que o país está em quinto lugar no ranking mundial do feminícidio? Destes casos, 9 em cada 10 são vitimas de parceiros ou ex- parceiros. Muito grave, não é?

A violência contra as mulheres afeta todas as classes sociais, raças e faixas etárias. As agredidas muitas vezes se culpam ou demoram para perceberem a gravidade do abuso, desencadeando diversos outros problemas como ansiedade, depressão e síndrome do pânico. Por isso, ao se sentir ameaçada ou agredida física ou psicologicamente, peça ajuda, converse com pessoas de sua confiança e vá até a delegacia e posto de saúde mais próximo.

Caso não encontre abertura ou tenha medo de procurar ajuda publicamente, a Campanha Sinal Vermelho pode ser uma saída. Basta desenhar um “x” com uma caneta vermelha ou batom de mesma cor na palma da mão e mostrar a marca de forma discreta para um atendente em uma farmácia.

“O objetivo da campanha é oferecer um canal silencioso, permitindo que essas mulheres se identifiquem e, a partir daí, sejam ajudadas e tomadas as devidas soluções. É uma atitude relativamente simples, que exige dois gestos apenas: para a vítima, fazer um X nas mãos; para a farmácia, uma ligação”, disse a coordenadora do Movimento Permanente de Combate à Violência Doméstica do CNJ, conselheira Maria Cristiana Ziouva.

Com os dados da vítima em mãos (nome e endereços), os atendentes dos estabelecimentos que aderiram à campanha ligam, imediatamente, para o 190 e reportam a situação. O projeto conta com a parceria de 10 mil farmácias e drogarias (clique aqui pra saber quais são) em todo o país. Ou seja, você não está sozinha.

7 – Opte por alternativas naturais antes de se medicar

Para exemplificar: TPM, ciclo menstrual, menopausa, são vários os processos em que o corpo da mulher passa ao longo da vida.

Contar com alternativas naturais para conter os sintomas de cada fase é uma opção inteligente, econômica e saudável. Dê chances para os chás, ervas e alimentos com efeitos terapêuticos, por exemplo. Claro, se a dor ou sintomas persistirem, consulte um médico para te orientar em relação ao melhor remédio para o seu quadro.

8- Visite anualmente seu ginecologista

Seja iniciando sua vida sexual, por ter planos de engravidar ou por estar entrando na menopausa, a visita regular ao médico especializado na saúde da mulher – o ginecologista – trará benefícios e principalmente segurança para as suas decisões.

Além do acompanhamento e solicitação de exames, o médico irá te propor soluções para cada momento de sua vida, além de orientá-la sobre diversas questões femininas. Portanto, vale a pena consultá-lo pelo menos 1x ao ano, acredite!

Agora que você já sabe quais os 8 cuidados que toda mulher precisa ter, que tal conhecer outros conteúdos do #HEBROMCUIDA? Basta clicar aqui

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