fbpx

É comum deixarmos a visita a um médico em segundo plano ou agendá-la somente quando algo nos incomoda, não é mesmo? Quando falamos da saúde dos nossos olhos então, a ida ao oftalmologista – médico especialista da região – acontece quase que somente quando sentimos algum desconforto persistente em nossos olhos.

No entanto, poucos sabem da importância de prevenir e até mesmo de diagnosticar precocemente as enfermidades oculares. Isso porque, de acordo com o oftalmologista da rede VSP (EUA), Dr. Joseph Allen, “A maioria das doenças que afetam o olho começa de forma assintomática. No momento em que um paciente percebe algo, pode ser tarde demais”

Desta forma, contar com o atendimento de um especialista regularmente lhe trará mais conhecimento do seu corpo, chances de tratamento precoce, bem como maior qualidade de vida e saúde a longo prazo.

Mas, antes de continuarmos a matéria sobre a importância de passar com um oftalmologista, listamos os principais cuidados que devemos ter com a região ocular no dia a dia. São (maus) hábitos comuns e que fazem grande diferença para a saúde dos seus olhos.

Dê adeus a essas atitudes hoje mesmo!
  • Esfregar ou coçar os olhos
  • Tocar os olhos sem higienizar as mãos
  • Dormir com maquiagem nos olhos – rímel, lápis de olho, sombra, por exemplo…
  • Ficar muito tempo em frente a telas – computador, celular, TV – sem fazer pausas entre as atividades
  • Usar óculos de outra pessoa
  • Usar óculos de sol sem fator de proteção UV.

Retomando…por que devo visitar um oftalmologista?

Tratando-se da saúde dos olhos, vários problemas são irreversíveis, ou seja, dependendo do estágio de evolução da doença, não haverá muito o que o médico possa fazer. Agregado a isso, diversas enfermidades são assintomáticas, portanto, apenas visitando seu médico, é possível diagnosticá-las precocemente e iniciar um tratamento assertivo. Médicos recomendam uma consulta pelo menos 1x ao ano.

Além disso, o check-up oftalmológico regular contribui para o diagnóstico de várias patologias do corpo – não só dos olhos – como a hipertensão, diabetes, colesterol alto e tumores, além de transtornos que afetam diretamente o sistema imunológico. Ou seja, sua ida ao consultório também poderá lhe orientar quanto a saúde geral do seu organismo.

Como está sua produtividade no trabalho? Pessoas que sentem fadiga ocular, falta de atenção, dores de cabeça contínua e dificuldade de realizar tarefas podem conseguir a melhoria de sua qualidade de vida, a partir de tratamentos com oftalmologista. Sim, tudo pode estar interligado com algum problema ocular e poucos de nós sabemos disso. 

Existem, no entanto, sintomas e alguns incômodos que valhem a sua atenção e justificam a relevância de agendar uma consulta neste especialista. Confira:

  • Alterações na visão: seja na parte central, periférica ou até mesmo em casos de perda de campo de visão.
  • Vista embaçada, perda de nitidez, manchas
  • Dores nos olhos como pressão ou fisgadas
  • Vermelhidão, inchaço E ardência nos olhos
  • Dor de cabeça (atrás dos olhos ou sobrancelha)

Conheça as doenças oculares mais comuns:

Catarata, glaucoma, conjuntivite, doenças refrativas… são muitas as enfermidades que atingem a região dos olhos e até mesmo as pálpebras e o canal lacrimal. A seguir, selecionamos as mais comuns.

Conjuntivite

É a inflamação da conjuntiva, membrana transparente e fina que reveste a parte da frente do globo ocular (o branco dos olhos) e o interior das pálpebras. Em geral, ataca os dois olhos, pode durar de uma semana a 15 dias e não costuma deixar sequelas.

Catarata

Decerto, uma das principais causas de cegueira no mundo, a catarata é uma doença caracterizada pela perda de transparência do cristalino, lente natural cuja função é propiciar o foco da visão em diferentes distâncias.

Glaucoma 

É uma doença ocular causada principalmente pela elevação da pressão intraocular que provoca lesões no nervo ótico e, como consequência, comprometimento visual. Se não for tratado adequadamente, pode levar à cegueira irreversível.

Erros refrativos

De acordo com o Hospital da Visão de Curitiba, “Falhas de refração podem geram desconforto nos olhos, dificuldade para focalizar objetos, dificuldade para leitura, dores de cabeça e dificuldade para enxergar de perto ou de longe.”

Tipos de erros de refração:

Miopia: Na visão míope, a córnea é muito curva, fazendo com que a imagem captada focalize-se antes da retina, provocando distorção das imagens distantes, ou seja, as pessoas míopes enxergam bem de perto, mas a visão para longe é ruim.

Hipermetropia: Na visão hipermétrope, a córnea é muito plana ou o olho é menor do que o normal, fazendo com que a imagem captada se focalize depois da retina, provocando distorção das imagens de perto. Se a hipermetropia por mais elevada, pode também ocorrer dificuldade para enxergar de longe.

Astigmatismo: Neste quadro, a córnea tem um formato irregular e apresenta ângulos diferentes, fazendo com que a imagem captada focalize-se em vários pontos da retina, provocando distorção das imagens de longe e de perto.

 Presbiopia: igualmente chamada de vista cansada, acontece quando o cristalino (lente natural do olho) envelhece naturalmente. Isso ocasiona redução gradativa da visão para perto, fazendo com que as pessoas afastem os objetos do olho para enxergar melhor. Esse problema se manifesta, principalmente, após os 40 anos de idade.

Fonte: Oftalmo Curitiba.

Para finalizar, listamos os exames oculares recomendados por faixa etária:

0 a 2 anos

Nessa faixa etária, primordialmente, o exame indicado por oftalmologistas é o teste do olhinho que ajuda a detectar doenças como catarata e glaucoma congênitos e retinoblastoma. Além de problemas na produção da glândula lacrimal, secreção anormal, vermelhidão nos olhos, estrabismo (ou vista dupla), diferença de tamanho entre os olhos, entre outros problemas.

3 a 12 anos

Nesta faixa etária é indicado o exame de refração, uma vez que é o período em que a criança inicia a vida escolar e os problemas de vista mais comuns, como miopia, hipermetropia e astigmatismo são evidenciados.

A realização do exame, portanto, ajuda a diagnosticar erros de refração precocemente, possibilitando o início do tratamento o mais rápido possível.

13 a 30 anos

Os principais exames indicados aqui são exame de refração, avaliação externa de rotina e topografia corneana.

Primeiramente, a avaliação externa serve para identificar o olho seco, ou a CVS – Síndrome da Visão do Computador, devido a exposição excessiva às telas luminosas e aos aparelhos eletrônicos, muito comum na adolescência e que geram danos a visão.

Já a topografia corneana auxilia no diagnóstico do ceratocone, doença relacionada a irregularidade do formato da córnea e que possui grande incidência nessa faixa etária.

A partir de 40 anos

A tonometria e fundoscopia são os exames indicados a partir dos 40 anos. O primeiro serve para medir a pressão ocular, enquanto a fundoscopia analisa as estruturas do fundo do olho, como retina, nervo óptico e vasos sanguíneos.

Para finalizar, esses exames ajudam a detectar problemas comuns para a faixa etária, como a presbiopia (ou vista cansada), e o glaucoma, considerado a principal causa de cegueira sem cura do mundo.

Acima de 60 anos

A partir dos 60 anos, a incidência de doenças mais sérias aumenta. É o caso da catarata e da degeneração macular relacionada a idade, que causam a perda progressiva da capacidade de enxergar. Por isso nesta faixa etária, é indicado os exames biomicroscopia e senso cromático, que avaliam detalhadamente o globo ocular, além da formação da imagem na retina e o estado da região.

Portanto, agora que você já sabe a importância de cuidar dos seus olhos, que tal agendar sua consulta? Lembrando que os planos de saúde que a Hebrom oferece cobrem gratuitamente a ida a especialistas e possuem uma rede credenciada ampla e de alta qualidade.

Quer saber mais sobre os nossos planos? Acesse aqui

O que achou do post? Deixe aqui seu comentário. :)